Trecho do livro será interpretado na livraria Da Vila
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No próximo dia 29 de abril, a livraria Da Vila, vai promover uma intervenção teatral baseada no livro “Espelhos Quebrados”, da escritora estreante Edna Uip. Durante 20 minutos, a livraria vai se transformar numa sala de jantar e atores misturados aos convidados vão interpretar uma cena relatada no livro.
“Espelhos Quebrados”, publicado pela Sá Editora, conta a história de quatro irmãs criadas por uma mãe omissa e um pai violento, que durante a infância vivenciaram experiências que interferiram no crescimento e na vida de todas elas.
O trabalho de Edna Uip mostra como algumas emoções e traços psicológicos que surgem durante a infância podem influenciar as pessoas pelo resto da vida.
Nesta intervenção, será simulada a cena de um jantar, onde as atrizes Larissa Medeiros, Marcelle Araujo, Claudia Schunk, Sandra Maurami e Zé Fernando interpretarão as personagens Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara e o garçom, a direção da cena é de Gustavo Sol. Os diálogos serão tirados de “Espelhos Quebrados”.
O público acompanhará a apresentação e os diálogos das irmãs ao lado da mesa principal, na sala de jantar, enquanto é servido coquetel.
“Espelhos Quebrados”, com 324 páginas, pode ser encontrado nas melhores livrarias do país ou pelo site http://espelhosquebrados.wordpress.com/.
Livraria Da Vila: Rua Mario Ferraz, 414
Data: 29/04/2010
Horário: 19 h
Resumo
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Aqui vai um resumo
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O que quatro irmãs podem ter em comum além dos laços genéticos? De que forma os espelhos da vida podem refletir a realidade da alma? Como uma infância desastrosa pode influenciar o futuro de gerações?
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Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara são irmãs criadas por um pai autoritário e violento e uma mãe submissa e omissa. Cada uma das filhas absorveu as experiências da infância de forma bem própria e reproduziu-as no seu mundo, contaminando com elas o seu próprio meio ambiente.
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Patrícia tem certeza de que está certa. Ela sabe que está certa. Ela tem que estar certa para aplacar suas frustrações.
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Carmem não conseguiu resistir. Os problemas emocionais acumularam-se a ponto de lhe gerarem graves distúrbios psiquiátricos.
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Clarisse rebelou-se desde sempre. Construiu sua vida com ferro e aço.
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Clara submeteu-se. Não conheceu nada além da submissão.
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E assim a vida seguiria de forma inexorável se fatos novos não quebrassem todos os espelhos. E quando menos se espera a própria vida coloca diante de cada rosto a sua verdadeira face.
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Edna Uip lança nova Obra literária
Lançamento acontece hoje, dia 11 de novembro
Autor: Graça Lara
Em pouco mais de um mês de lançamento mais de 10 mil acessos. Este é o resultado do recém-lançado blog (www.ednauip.com.br ) da escritora Edna Uip, que traz informações sobre o seu novo livro “Espelhos Quebrados”, que será lançado no próximo dia 11 de novembro, em São Paulo. Empresária bem-sucedida do ramo de transportes, advogada por formação, Edna, única mulher entre tres irmãos, entre eles o conhecido infectologista David Uip, sempre teve que se dedicar integralmente ao mundo racional dos negócios. “As emoções eram vividas muitas vezes secretamente por meio da escrita de diários e impressões sobre os comportamentos humanos.”, confessa.
Em “Espelhos Quebrados”, apesar de ser uma obra de ficção, Edna reúne todas as sutilezas captadas e guardadas durantes anos de escrita, revelando organicamente cada uma de suas personagens. Em linguagem fácil e dinâmica, a autora permite uma interação integral e verdadeira entre personagens e leitor, que ora identifica-se, ora repudia as atitudes descritas na obra, ao reconhecê-las como sendo suas, mas até aquele momento inconsciente. Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara são as personagens principais do livro, filhas de um pai violento e de uma mãe submissa.
Mesmo não sendo um livro de psicologia. Espelhos Quebrados vai fundo na alma humana, e possibilita um verdadeira avalanche de emoções, a partir da conscientização do leitor de suas virtudes, mas também defeitos, que acabam sendo resultados de vidas vividas longe da verdade essencial de cada ser. É como se cada leitor, em algum momento assumisse a condução da obra, tornando-se seu próprio personagem.
Densa, porém de fácil leitura e compreensão, Espelhos Quebrados é uma leitura obrigatória para quem quer entender de que forma as emoções dirigem nossas vidas e na maioria das vezes sem percebermos, acreditando que somos vítima do destino ou de ações alheias à nossa vontade. Para a autora, o ser humano é composto por muitos “eus”, frutos de crenças pessoais. “Sem perceber, assumimos todos eles e acreditamos que chegamos a um ser único. Na maior parte das vezes esse “eu” é aquele que, na verdade, está mais afastado da nossa essência Vamos nos deixando arrastar pela vida em sociedade e contaminamos todos e tudo a nossa volta”, avalia a autora, que já escreve mais três obras seguindo o mesmo estilo.
Espelhos Quebrados é uma publicação da Sá Editora e será lançada no próximo dia 11, às 18h30, na Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista, 509.
Autora: Edna Uip
Obra: Espelhos Quebrados
Editora: Sá Editora
Lançamento no dia: 11/11/2009
Horario: 18h30 às 21h30
Local: Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509 – São Paulo/SP
Informações: (11) 2167- 9900
Blog/Site: www.ednauip.com.br
Uma avalanche de emoções
Nova obra de Edna Uip revela como as emoções determinam nosso caminho
Lançamento acontece, no próximo dia 11 de novembro
São Paulo, 29 de outubro de 2009. Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara. Quatro irmãs, filhas de um pai violento e de uma mãe submissa. Juntas, protagonizam a obra da escritora Edna Uip, Empresária bem-sucedida do ramo de transportes, advogada por formação, Edna, única mulher entre três irmãos, sempre teve que se dedicar integralmente ao mundo racional dos negócios. As emoções eram vividas muitas vezes secretamente por meio da escrita de diários e impressões sobre os comportamentos humanos.
Em Espelhos Quebrados, apesar de ser uma obra de ficção, Edna reúne todas as sutilezas captadas e guardadas durantes anos de escrita, revelando organicamente cada uma de suas personagens. Em linguagem fácil e dinâmica, a autora permite uma interação integral e verdadeira entre personagens e leitor, que ora identifica-se, ora repudia as atitudes descritas na obra, ao reconhecê-las como sendo suas, mas até aquele momento inconsciente.
Mesmo não sendo um livro de psicologia. Espelhos Quebrados vai fundo na alma humana, e possibilita um verdadeira avalanche de emoções, a partir da conscientização do leitor de suas virtudes, mas também defeitos, que acabam sendo resultados de vidas vividas longe da verdade essencial de cada ser. É como se cada leitor, em algum momento assumisse a condução da obra, tornando-se seu próprio personagem.
Densa, porém de fácil leitura e compreensão, Espelhos Quebrados é uma leitura obrigatória para quem quer entender de que forma as emoções dirigem nossas vidas e na maioria das vezes sem percebermos, acreditando que somos vítima do destino ou de ações alheias à nossa vontade. Para a autora, o ser humano é composto por muitos “eus”, frutos de crenças pessoais. “Sem perceber, assumimos todos eles e acreditamos que chegamos a um ser único. Na maior parte das vezes esse “eu” é aquele que, na verdade, está mais afastado da nossa essência. Vamos nos deixando arrastar pela vida em sociedade e contaminamos todos e tudo a nossa volta”, avalia a autora, que já escreve mais três obras seguindo o mesmo estilo.
Espelhos Quebrados é uma publicação da Sá Editora e será lançada no próximo dia 11, às 18h30, na Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista, 509.
Ficha Técnica:
Autora: Edna Uip
Obra: Espelhos Quebrados
Editora: Sá Editora
Lançamento no dia: 11/11/2009
Horário: 18h30 às 21h30
Local: Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509 – São Paulo/SP
<03/11/2009 21:07:34>
http://www.artistaseartes.com.br/sub_paginas.php?pagina=21895&menu=56
Cultura, irmão – Dois importantes lançamentos que Você não deve perder. O primeiro é da escritora estreante Edna Uip, paulistana, empresária que decidiu assumir o seu lado escritor e conta a história de quatro irmãs. Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara são irmãs criadas por um pai autoritário e violento e uma mãe submissa e omissa. Cada uma das filhas absorveu as experiências da infância de forma bem própria e reproduziu-as no seu mundo, contaminando com elas o seu próprio meio ambiente. A vida das irmãs seguiria de forma inexorável, se fatos novos não quebrassem todos os espelhos, colocando diante de cada rosto a sua verdadeira face.
Esse é o resumo de “Espelhos quebrados” que a Sá Editora coloca nas livrarias a partir do próximo dia 11, ao preço de R$ 39,00.
O segundo lançamento é do conhecido e competente jornalista esportivo Celso Unzelt. “Introdução a Jornalismo”, da Editora Saraiva, será lançado no próximo dia 10, a partir das 20 horas, na Megastore do shopping Higienópolis.
Obra imperdível para quem quer estudar jornalismo ou conhecer um pouco mais da profissão.
Postado por MarioMarinho às 18:02 1 comentários
http://glamurama.uol.com.br/
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“ESPELHOS QUEBRADOS”
Larissa Medeiros, Marcelle Araujo, Claudia Schunk, Sandra Maurami e Zé Fernando fazem intervenção teatral baseada no livro “Espelhos Quebrados”, de Edna Uip, na Livraria da Vila da Casa do Saber, no Itaim.
Leia, a seguir, entrevista com Edna Uip
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O que a fez escrever “Espelhos Quebrados”?
Sempre gostei demais de escrever e sempre escrevi muito sobre impressões que tinha e relatos de histórias. Sempre quis escrever. Um belo dia, minha filha estava estudando para o vestibular, resolvi pegar o computador e sentar ao lado dela. Aí, comecei a escrever uma história. Eu tinha uma necessidade muito forte de escrever e, no momento em que eu tive uma brecha, ela aflorou.
Você estudou ou fez alguma preparação para escrever o livro?
Não fiz nenhuma preparação. Foi tudo intuitivo.
Quanto tempo você levou para escrever o livro?
Do momento em que comecei a história até ser publicada, foram seis meses.
Como era sua rotina durante este período?
Sou empresária, mãe de duas filhas, tenho minha casa para organizar. Por isso, escrevia quando tinha algum tempo livre e em qualquer lugar. Mas, como sempre tive muita facilidade para escrever, escrever 20 ou 30 páginas era muito fácil. Não mudei a minha rotina. Só quando estava terminando o livro é que fiquei alguns dias longe de tudo para acabar a história.
Qual a importância do livro em sua vida?
O livro é forrado de fragmentos de momentos que vi durante a minha vida. Considero-me uma pessoa muito vivida e sempre fui atrás de experiências para ver como é que as pessoas são. A conclusão a que eu cheguei é que poucas pessoas têm coragem de entrar a fundo na alma. O livro, basicamente, fala sobre crises emocionais que as pessoas tiveram durante a infância e que carregaram pela vida toda. As pessoas não têm consciência de que essas crises emocionais vão ficando tão impregnadas que vão contaminando o mundo. Todos nós somos fruto dessas crises/críticas. No livro, chamo isto de carimbos emocionais e, se conseguimos identificar que temos esses carimbos, às vezes é possível fazer pequenas mudanças que não nos deixam arrastar a vida.
É um livro autobiográfico? Você se identifica com alguma das personagens?
O livro não é uma história pessoal e não tenho nada em comum com os personagens, mas têm muitos fragmentos que presenciei durante a minha vida. O personagem Enrico é o que mais se assemelha a mim, pois mesmo no caos de sua vida, ele acha uma saída, e é uma saída que vai ao encontro dos seus objetivos mais essenciais. Apesar de ele ter se rendido a tudo que acontecia em sua vida, manteve as paixões intactas.
O livro tem um lado psicológico bem marcante, você estudou alguma linha da psicologia para compor os personagens?
Não estudei nenhuma linha da psicologia para escrever este livro, mas alguns anos atrás eu li compulsivamente Freud, Jung e muito sobre filosofia, pois sempre gostei de ler sobre esses assuntos. Para escrever o livro, fui reunindo experiências que vivi e livros que li anteriormente.
Para você, o que representa quebrar os espelhos?
Quebrar os espelhos representa todos os conceitos internos que temos. Acredito que vamos destruindo os nossos espelhos e com base nos espelhos externos, construímos os internos. Tudo o que construímos pode vir a quebrar e virar pó.
Você acredita que o livro possa ajudar as pessoas a quebrarem seus espelhos?
Tenho recebido retorno dos que já leram o livro e uma leitora disse que o livro não é uma autobiografia da escritora, e sim de quem lê. Eu percebi que, quanto mais vivida a pessoa, mais ela se identifica com um dos personagens. O comentário que mais ouço dos leitores é que durante esta identificação eles descobrem o que não querem ser. Eles podem não ter descoberto o que querem, mas aqueles traços que você repete na sua vida, eles não querem ser. O livro são fragmentos de sentimentos e personalidades diferentes, e as pessoas se identificam, pois elas vão vivendo aqui e não sabem. Eu acho que nisso o livro tem uma função legal.
Você já quebrou seus espelhos?
Já quebrei alguns espelhos. Quebro todos, para chegar à velhice um pouco mais purificada.
Você quis passar alguma mensagem por meio do livro?
Uma mensagem que passo por meio do livro é que sempre existe outro caminho, e às vezes é melhor abrir o leque.
No livro você fala sobre angústia, você acha que a angústia é um sentimento muito presente nas pessoas, hoje em dia?
É sim. A descrição de angústia que tem no livro é uma descrição minha. Algum tempo atrás, no meio de uma crise, gravei tudo que eu estava sentindo num minigravador. Quando comecei a escrever o livro, aproveitei esta gravação. Queria passar o sentimento mais realista possível da angústia. Percebo que, quando falo de angústia, a maior parte das pessoas já sentiu ou sente, mas nunca consegue identificar exatamente. Só quem tem coragem de fazer terapia, procurar psiquiatra, é que descobre o que é angústia. Para mim, pior que angústia só depressão profunda. E, infelizmente, hoje em dia, angústia é um sentimento muito comum entre as pessoas.
Você pretende escrever outros livros com as mesmas personagens?
Já tenho dois livros praticamente prontos. Mas de temas totalmente diferentes. “Espelhos Quebrados” poderia gerar uma continuação com todos os personagens, pois é um livro que não tem fim. Você pode parar e pensar no final de cada personagem. Tanto a Carmem quanto a Clara merecem uma continuação, por terem histórias bonitas para serem contadas.
Você pretende viver de literatura?
Infelizmente viver de livro neste país é muito difícil. Mas se eu pudesse só escrever, só escreveria.
“Espelhos Quebrados” inova? Em qual medida?
Pesquisa do Instituto Pró-Livro mostrou que a leitura está em quinto lugar no rol de preferências para os momentos livres. Um diagnóstico desta pesquisa diz que a leitura é classificada pelos entrevistados como um “trabalho” que cansa. A inovação é não querer parecer erudita, não rebuscar nas frases. É escrever como falo, sinto e penso.
Tento inovar quando crio uma obra que pode ser lida por qualquer pessoa. E o que o livro tem de mais inovador, e isso eu descobri à medida que fui tendo o retorno das pessoas que o leram, é que ele se apropria do discurso indireto livre e joga o leitor dentro das próprias emoções.
Você vive o personagem ao escrever, é isso?
Quando escrevo, troco meu lugar pelo lugar do personagem e faço um exercício emocional para sentir o que aquele personagem está sentindo naquele exato momento. Daí, escrevo sem parar e sem revisar: do jeito que sai fica. O resultado que tenho acompanhado é que o livro é lido indiscriminadamente por pessoas habituadas à leitura e por quem jamais leu um livro inteiro, despertando em todos o mesmo interesse. Soube de pessoas que o leram em um dia. O interessante é que muitas dessas pessoas identificaram-se com algum personagem ou com alguns de seus aspectos e que essa identificação se deu muitas vezes de forma “negativa”: observaram em si comportamentos relatados no livro que não gostariam de manter.
Houve inspiração de alguma escola literária?
Vejo o realismo europeu e o russo como grandes fontes para quem deseja ingressar no mundo da literatura do século 21. Despojar a realidade de ilusões e sonhos e mostrar a verdade, a mais absoluta verdade. Nossa vida contemporânea fica, assim, bem refletida. Temas como angústia, solidão, depressão, violência doméstica, bulling e tantos outros são tratados da forma que realmente acontecem. Infelizmente.
O título original era “Espelhos Inclinados” (que na verdade me agrada muito mais). Surgiu porque minha filha mais velha, então com 19 anos, leu o livro, capítulo a capítulo, na medida em que eram escritos e sugeriu “Caleidoscópio” como título. Não gostei e achei muito batido. Mas o espírito do nome se aplicava. Então, fui pesquisar e descobri que os caleidoscópios são feitos de espelhos inclinados. Múltiplas facetas aparecem quando se inclinam espelhos.. Mas, para fins editoriais, o nome escolhido foi “Espelhos Quebrados”, que também casa bem.
Tem um organograma no início do livro. Organograma e literura “conversam”?
A finalidade do organograma é transformá-lo em um livro acessível. Ele foi elaborado inicialmente para eu não me perder com idades e nomes. São muitos personagens. Então pensei: não há regra que dissocie a literatura do meu organograma. E não teve uma única pessoa que leu e não elogiou porque, se não existisse, os primeiros capítulos ficariam muito complicados. E, quando o mercado editorial fala em quedas acentuadas nos índices de vendas, a internet avança fortemente sobre todas as classes sociais, sem discriminação de idade ou sexo, que a TV e o cinema estão usando diálogos cada vez mais curtos, que os monólogos praticamente desapareceram, fica bem claro que as pessoas não estão disponíveis para grandes e complicados livros. A linguagem de hoje é outra, o tempo de hoje é outro. A literatura tem que acompanhar. Procurei também diluir as descrições dos personagem ao longo de toda a história para não inviabilizar o livro logo no inicio (são mais de vinte personagens!)
Mais informações com Taís Vianna, na Vacom, pelo telefone (11) 3159-4093
Imprensa
Só que estas viagens são mais circunstanciadas a literatura como é o caso do Blog Espelhos Quebrados que é uma tentativa clara de valorizar novos talentos como Edna Uip, que traz um novo olhar a literatura produzida pelas mulheres brasileiras, servindo não só como via de divulgação como também diário das informações sobre o livro e os eventos que o mesmo participa e se destaca.
Trechos do Livro
Era estranho como quatro filhas dos mesmos pais podiam ser tão absolutamente diferentes. Suas irmãs eram perdidas enquanto ela era uma mulher direita. Limpa e direita.
Patrícia
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Não traia o marido porque não via uma relação absolutamente corporal como uma forma de romper votos. Era apenas desejo, o desejo que sempre sentia. É claro que ele nem desconfiava que desde o casamento, ou melhor, desde a juventude mantinha relacionamentos sexuais independentemente de outras relações mais estáveis que aconteciam simultaneamente.
Clarisse
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Sorrindo para si mesma interrogou-se para que se preocupar se a vida era feita de muitas outras coisas bem mais importantes do que esta ou aquela forma de ver a própria vida?
Clara
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Com um pãozinho francês colocado no prato da fritada e um grande copo de refrigerante normal – odiava o gosto do adoçante artificial – voltou para seu quarto e acomodou-se na cama, por baixo do seu cobertor. Escovaria os dentes pela manhã.
Carmem
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Duvidava que a ciência explicasse aquela sensação de sangue correndo pelo corpo. Os romances que lia faziam-no incorporar personagens, visualizar lugares, sentir os beijos quentes e apaixonados. Abandonava seu corpo e seu cérebro para seguir por estradas, conhecer cidades, sentir perfumes, morrer acidentado, enfartado, envenenado….
Enrico
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Sim, havia algo. Queria poder reconhecer os dois filhos pequenos que tinha com Maria Lucia. Aquelas crianças eram a sua paixão. Malu e ele criaram-nos com conceitos bastante diferentes dos que foram seus filhos legítimos criados. Mas se os reconhecesse perderia a possibilidade de continuar mantendo-os com a boa qualidade de vida que tinham. Optava, então, por adiar os momentos felizes que poderia desfrutar ao lado da família que considerava verdadeira. Mas o dia chegaria. Tinha certeza que chegaria.
Felipe
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- Pelo visto você quer liberdade. Você quer circular livre e sozinha para dar vazão a todos os seus promíscuos desejos? Pensa que eu não me lembro que você era uma semi prostituta quando nos conhecemos? Que eu resgatei você daquela vida de mulher vadia que você levava? Não, você não vai voltar pra ela, mesmo que para impedir eu tenha que ver você num caixão.
Gustavo
Algumas Opiniões sobre o Livro
Um texto forte, que desnuda seus personagens e as coloca frente a frente ao leitor provocando emoções e reflexões. As mulheres vão refletir sobre os modelos que adotam em suas vidas; os homens, sobre os papéis que assumem, às vezes à revelia de seus próprios desejos. Assim é ESPELHOS QUEBRADOS, romance de estreia de Edna Uip, paulistana, empresária, que decidiu assumir seu lado escritor e nos brinda já com uma narrativa rápida e envolvente, um “espelho” sem cortes para os dia atuais.
Eliana Sá
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Querida!
Fiquei muito feliz em fazer parte de um momento tão feliz em sua vida!
Parabéns!!!
Beijos
Odete Paulino
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Adorei o lançamento do seu livro.
Já estou lendo e, em breve, vou comentar com voce minhas impressões.
Mais de uma centena de livros vendidos só na noite de autógrafos, já demonstra o quanto voce interessa a quem foge da mesmice e das recomendações medíocres da crítica convencional.
Beijão!
Fernando Pinheiro Pedro
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AMIGA !!!! não pude ir no lançamento mas comprei na Millenium , estou lendo
muito legal !!!! Parabéns . Depois te conto mais …. bjs
Serena Cardoso
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Prezada Dra. Edna!
Parabéns pela publicação de seu livro! Agradeço de coração o presente do exemplar recebido!
Como havia me dito, é forte e real!
Gostei de seu estilo e da arquitetura pela qual estruturou sua história!
Desejo sucesso e que outras edições aconteçam!
Forte abraço,
Sérgio Siqueira Campos
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Lindinha …
O primeiro eu já lí e ADOREI !!! Estava achando que este convite fosse para o lançamento do segundo !!!
Vamos trabalhar heim ???? rsrs
Beijão.
Marcelo Tolomeo
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Estou com seus personagens todos ecoando na minha cabeça. Terminei a leitura de seu livro na última 4ª, mas eles teimam em permanecer voltando Fantástico!
Luciana Caran
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Eu estou tão empolgada com o seu livro que engoli as paginas. A sua escrita é de tirar o chapéu. Gostaria que meu parceiro de trabalho Zé Fernando que é responsável pela produção dos meus trabalhos e tb ator estivesse presente no nosso encontro. Assim podemos, todos nós nos conhecer-mos para começar a pensar em uma adaptação grandiosa. O que acha?
Essa quinta as 19h?
Atenciosamente
Larissa Medeiros
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Querida Edna,
Acabei ontem.Adorei.Da pra fazer peca,filme ou mini-serie, Bjo gde ale
Alejandro Dicovisky
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Li seu livro.
Varias passagens me chamaram a atenção.
Várias me emocionaram.
Mas o mais interessante foi encontrar Patricias, Claras, Carmens e Clarisses em mim. Me fizeram chorar.
Vera Pellegrino
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Ola Edna,
Gostei muuuito do seu livro! Voce tinha razão…sentei e li direto, alias deitei e li direto!
Logo que cheguei no meu refugio na Chapada, me encontrei numa situação inedita! Com febre, me sentindo mal, e sem nenhuma razão para ter contraida um virus…a não ser o avião, e onibus com ar condicionada…Raramente fico doente…e aceitando a situação, decidi simplesmente deixar o processo se dar….
A minha casinha so tem fogão a lenha e não tem luz…so vela, ( o lampião estava sem gas).
Estava sozinha, portanto, aceitar, deitar, dormir, descansar…e ler seu livro!. Criou-me uma dificuldade…Um pacote de velas, ja que de noite, por ter dormido quase o dia todo, perdia o sono e queria ler seu livro!!!!
Patricia Aguirre











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